Não queiras ser o sol
Sê apenas uma parte dela
Não queiras ser tão luminoso
Mas, não permaneças no escuro.
Brilha como estrela
Não tentes ser constelação
Não tentes ser a lua,
Pois a luz não e sua.
Sente a brisa do mar
Respira a sua pureza.
Vê as coisas boas da vida,
Procura os campos verdejantes,
As flores, o azul do céu.
Senta-te e olha em teu redor,
Para, pensa e reflecte,
Naquilo que és foste e serás
Deixa o espírito transportar-te
Entre as montanhas mais elevadas,
Entre as aguas mais geladas
A infinidade do universo é enorme,
E em relação ao que existe.
Cada um de nós, por si próprio
Não consegue ser um marco no universo
Pois essas marcas não se fazem,
Não deixes as más se instalarem.
Com que mesmo parada,
Por ver a vida passar, mas para fazer
Com que mesmo parada,
Sinta-se que foi útil o tempo de existência
Sê apenas uma parte dela
Não queiras ser tão luminoso
Mas, não permaneças no escuro.
Brilha como estrela
Não tentes ser constelação
Não tentes ser a lua,
Pois a luz não e sua.
Sente a brisa do mar
Respira a sua pureza.
Vê as coisas boas da vida,
Procura os campos verdejantes,
As flores, o azul do céu.
Senta-te e olha em teu redor,
Para, pensa e reflecte,
Naquilo que és foste e serás
Deixa o espírito transportar-te
Entre as montanhas mais elevadas,
Entre as aguas mais geladas
A infinidade do universo é enorme,
E em relação ao que existe.
Cada um de nós, por si próprio
Não consegue ser um marco no universo
Pois essas marcas não se fazem,
Não deixes as más se instalarem.
Com que mesmo parada,
Por ver a vida passar, mas para fazer
Com que mesmo parada,
Sinta-se que foi útil o tempo de existência

1 comentário:
Muito bom Diogo, muito bom mesmo...
Fica bem,
Miguel
Enviar um comentário