segunda-feira, 17 de março de 2008

Existem seres indefinidos
Complexos e precisos.
Existem seres especiais,
Apesar de normais.

Pessoas indispensáveis
Felicidades inabaláveis.
Comportamentos alterados
Sentimentos roubados.

Felicidades aparentes
Pessoas crentes.
Felicidades completas
Almas discretas.

Tudo isto existe,
Tudo se encontra
Em cada ponta,
No horizonte inalcançável
No infinito inatingível
No glaciar que derrete
No solo que aquece
No mundo que ira vir
No ser que ira partir.
Diogo Neves

domingo, 16 de março de 2008

Tudo aquilo que me rodeia.
O que me prega rasteira,
Que me ergue da beira.
Faz com que não saiba,
Viver doutra maneira.

Mas sou aquilo que me envolve
O infinito que me descobre.

Caminho, não por caminhar,
Mas pela força de não parar
Preciso de ver, o céu arder,
O inferno arrefecer.
Para que mudasse aquilo que desejo
Uma alma, um beijo.
Diogo Neves

sexta-feira, 14 de março de 2008

caros leitores

Olá caros leitores deste meu pequeno mundo.
Desde já, agradeço a todos aqueles que por aqui passaram, passam, e espero passarem o mais sincero obrigado.
Em especial a todos aqueles que deixam as suas mensagens, e que visitam este espaço com regularidade.
Este espaço foi criado, para que através das palavras possa sonhar, sentir o que na realidade não sinto.
Mostrar o que me provoca medo, receios e anseios, o que me faz crer, ser e vencer.

Espero que estejam satisfeitos com o que têm lido, e ficando a aguardar as vossas mensagens.


Com os mais sinceros cumprimentos,
(palavras descobertas)
Diogo Neves
A vida coloca barreiras
Prega rasteiras
É preciso correr para não cair
Lutar para conseguir
Ouvir aquela voz que baixinho,
Diz não estas sozinho.
Sentir aquele carinho,
Aquele beijinho.

Então a vida muda de direcção
E tornaste campeão.
Atingiste a meta que ansiavas
As carícias que desejavas
As palavras que não encontravas.

Apenas esperando
Que mais nada tire aquele sorriso
Aquele sentido que é preciso.
Mas nada é constante,
Dai a vida ser emocionam-te.

Mas é preciso colher
O que a vida tem para oferecer.
Por ti, fiz tudo que podia
Corri por onde não conhecia
Gritei, desesperei, sonhei, cantei
Não me arrependi,
Consegui.

O sinal chegou mais tarde,
O retorno foi gratificante
Uma vida emocionam-te

Ao teu lado aconteceu
O mundo reapareceu
O sol começou a brilhar
As estrelas e o luar.

Tudo fez mais sentido
Por isso, voltaria
A fazer tudo que fiz
Correr pelo mundo, ou pelo país.
No passado, da tardia noite
Aproximei-me da semente
Com ar inconsciente, inocente
Não larguei a semente.

Procurei mais iguais,
Nenhumas reais
Continuei a procurar
E sem nenhuma encontrar.

Decidi parar, esperar
Que a semente do desejado
Desse o fruto esperado.

Ainda não sei se o deu,
Ou se desapareceu.
Continuo a esperar
A semente agarrar.

A primavera vai chegar
E a semente vai germinar
A beleza das suas pétalas
São difíceis de esquecer.

Preciso de a ter,
Não pode esmorecer.
Preciso de a regar
Para a poder guardar.
No infindo do recordar,
No músculo que bate
A alegria não parte.

sábado, 8 de março de 2008

No mais infindo som, recordo a tua voz
Voz aquele que me sorria,
Me fazia sonhar, acreditar.

Esse sonho terminou,
E desde ai tanta coisa mudou.
Muito naveguei sem direcção
E ainda hoje não sei quantas são.

Se sei tudo que sei,
A ti posso agradecer
É pena é não poderes ler
As palavras que estou a escrever.

Não se pode chorar sobre o leito derramado,
Um passado arrumado.
Mas uma historia que fica
Não apenas com pensamentos
Mas com escrita.

Diogo Neves