A vida por vezes parece parada
Mas o relógio não para
Cada segundo que passa o tempo diminui
A possibilidade de viver de forma,
Tranquila escasseia, esgota-se.
O amor a amizade a compaixão
Faz com que o relógio diminua de velocidade
Pelo menos aparentemente, pois nesses momentos
Vivemos uma felicidade plena,
Um estado de harmonia total.
O sentimento que todo o ser humano anseia
Mas que nem todos podem alcançar.
Pois aqueles que não lutam,
Aqueles que não sonham,
Aqueles que não acreditam.
Não puderam ser o que acham não existir
Quando duas mãos se juntam,
E o horizonte avistam e as suas almas,
Se complementam, todos os males da vida
Parecem ser meros pormenores insignificantes
Pois ambos os barcos remam,
Em direcções iguais, apoiando-se mutuamente
O rio acabam por descer,
Chegados ao mar, onde nem as maiores ondas
Os podem derrubar
Pois por muita força que a natureza exerça
Jamais conseguira separar corações unidos.
Mas o relógio não para
Cada segundo que passa o tempo diminui
A possibilidade de viver de forma,
Tranquila escasseia, esgota-se.
O amor a amizade a compaixão
Faz com que o relógio diminua de velocidade
Pelo menos aparentemente, pois nesses momentos
Vivemos uma felicidade plena,
Um estado de harmonia total.
O sentimento que todo o ser humano anseia
Mas que nem todos podem alcançar.
Pois aqueles que não lutam,
Aqueles que não sonham,
Aqueles que não acreditam.
Não puderam ser o que acham não existir
Quando duas mãos se juntam,
E o horizonte avistam e as suas almas,
Se complementam, todos os males da vida
Parecem ser meros pormenores insignificantes
Pois ambos os barcos remam,
Em direcções iguais, apoiando-se mutuamente
O rio acabam por descer,
Chegados ao mar, onde nem as maiores ondas
Os podem derrubar
Pois por muita força que a natureza exerça
Jamais conseguira separar corações unidos.

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