quinta-feira, 10 de abril de 2008

A felicidade encontra-se,
Onde o ser a quer encontrar
Constrói-se, modela-se
E deixa-se acreditar
Esta naquilo a que damos valor
Nem que seja uma flor
Pertence aquilo que aprendemos
Como ser que crescemos
Mas será que desaparece?
Ou o pensador enlouquece
Com o tempo, o sofrimento,
A luz deixa de brilhar,
O ser de acreditar.
Mas não esta ausente,
Ai ser inocente…
Deixa de valorar o que se apagou,
Acredita na luz que te rodeia,
Colhe o que se semeia.
Olha para o mundo,
Que tanto tem para observar.
E nesse momento iras reviver
A chama da felicidade.
E perceber que afinal,
Nunca esteve ausente.
Apenas obstruída por a visão
De um pobre ser descrente…
Diogo Neves

2 comentários:

Anónimo disse...

Está lindo!


Mesmo lindo!

Gostei ;)

saturno disse...

Olá!!

Gostei muito...especialmente dos 3 ultimos versos....
Sabia que ias fazer uma coisa bonita, mas apesar de tudo ainda me surpreendeste.

BJs!!