No passado, da tardia noite
Aproximei-me da semente
Com ar inconsciente, inocente
Não larguei a semente.
Procurei mais iguais,
Nenhumas reais
Continuei a procurar
E sem nenhuma encontrar.
Decidi parar, esperar
Que a semente do desejado
Desse o fruto esperado.
Ainda não sei se o deu,
Ou se desapareceu.
Continuo a esperar
A semente agarrar.
A primavera vai chegar
E a semente vai germinar
A beleza das suas pétalas
São difíceis de esquecer.
Preciso de a ter,
Não pode esmorecer.
Preciso de a regar
Para a poder guardar.
No infindo do recordar,
No músculo que bate
A alegria não parte.
Aproximei-me da semente
Com ar inconsciente, inocente
Não larguei a semente.
Procurei mais iguais,
Nenhumas reais
Continuei a procurar
E sem nenhuma encontrar.
Decidi parar, esperar
Que a semente do desejado
Desse o fruto esperado.
Ainda não sei se o deu,
Ou se desapareceu.
Continuo a esperar
A semente agarrar.
A primavera vai chegar
E a semente vai germinar
A beleza das suas pétalas
São difíceis de esquecer.
Preciso de a ter,
Não pode esmorecer.
Preciso de a regar
Para a poder guardar.
No infindo do recordar,
No músculo que bate
A alegria não parte.

1 comentário:
Olá!!
Fico feliz por encontrar sementes nos teus poemas..:D!!
Espero que essas sementes possam dar um novo sentido à tua vida...
Já começo a sentir que afinal valeu a pena falar contigo.
"Tudo vale a pena se a alma não é pequena."....... e eu sei que a tua não é :D:D
BJs!!
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