Uma floresta
Cheia mas deserta
Uma brisa
Pobre indecisa
O vento abana
As folhas que crescem
A tempestade leva
Aquelas que amadurecem
O homem destrói
O que a natureza constrói
Não aproveita
Pobre desfeita
Fica chorando
Entre a sua beleza
Não existe nada
Que cause maior tristeza
Não pode ser assim
Olhai para mim
Que fiz eu?
Para me tratarem assim?
Sou o vosso pulmão
Quem vos leva
Ar ate ao coração
Apenas peço
Um pouco de compaixão
E que não, atirem lixo para o chão.
É difícil? Demasiado complicado?
Pobre ser indignado
Diogo Neves
Cheia mas deserta
Uma brisa
Pobre indecisa
O vento abana
As folhas que crescem
A tempestade leva
Aquelas que amadurecem
O homem destrói
O que a natureza constrói
Não aproveita
Pobre desfeita
Fica chorando
Entre a sua beleza
Não existe nada
Que cause maior tristeza
Não pode ser assim
Olhai para mim
Que fiz eu?
Para me tratarem assim?
Sou o vosso pulmão
Quem vos leva
Ar ate ao coração
Apenas peço
Um pouco de compaixão
E que não, atirem lixo para o chão.
É difícil? Demasiado complicado?
Pobre ser indignado
Diogo Neves

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