quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Lembra-te de mim

Lembra-te de mim
De que modo não interessa
O que interessa e que no fim
Digas assim
Eu nunca te esqueci,
Não te consigo esquecer
Este sentimento
Comigo ira morrer

Não sei o que estou para aqui a escrever
Mas para alguma coisa ira valer
Mais que não seja para os reler
Quando o meu coração estiver a sofrer

Eu sei que podem parecer
Apenas palavras que rimam
Mas isso não me importa
Pois são sentimentos que predominam
Podia dizer, chega de escrever
Mas não consigo
Se isso acontecer
O mais provável era morrer

Preciso destas palavras
Destes significados
Muitas vezes aldrabados
Mas por mim adorados

Tenho que escrever
Para me tentar esquecer…

Diogo Neves

3 comentários:

Anónimo disse...

olá freskito =)

kuando li os teus poemas ainda em rascunho no caderno...ADOREI...vi logo k eram feitos com mto sentimento e k foi uma forma k arranjaste para t libertares da tristeza k existe dentro d ti .. mtos não a vêem...mas akeles k gstam d ti e t conhecem sabem k exist...
podes contar sempre cmg... tb já m senti mtas vezes sozinha e sei o k é..

mas espero k continues a escrever...são tdos mto bonitos..

bjinhox da tua amiga...
(espero k saibas kem é)...
bjx =)

Anónimo disse...

ja t kunhexu a tanto tmpu e n xabia da tua faceta d poeta


escreves mt bem

PS. sabes bem k numka t xkexerei estaras para sempre nu meu kuraxao

Anónimo disse...

adoro os teus poemas,,,
mt lindos mxm..
bjinhox