terça-feira, 23 de outubro de 2007

Corro pelas encostas da montanha

Corro pelas encostas da montanha
Pelas planícies do deserto
Vendo em qual delas
O vale esta mais perto
Em qual delas o sentimento,
Não mudou
A alegria ficou
E o mundo não acabou
Encontro-me a meio
Perco-me á distância
Tenho receio
Não tenho abundância
Não encontro aquele caminho
Que percorro sozinho
Não encontro aquele dia
Que me deu alegria
Não encontro aquela data
Que já tardara em aparecer
Mas ira acontecer

Diogo Neves

1 comentário:

Zé Miguel Gomes disse...

Muito bem Diogo! Gostei do teu blog, da tua poesia... Continua!!!

Fica bem,
Miguel Gomes